PRANCE metalwork é um fabricante líder de sistemas metálicos de teto e fachada.
A espessura do painel é um fator determinante da qualidade visual em fachadas metálicas de grande escala, pois controla a planicidade, a definição das bordas e a resistência à deformação. Painéis mais espessos apresentam maior rigidez, o que reduz o efeito de ondulação visível e a curvatura entre os pontos de apoio, produzindo uma aparência mais nítida e monolítica — o que é especialmente importante para painéis de grande formato e grandes vãos sem suporte. Seções mais espessas também apresentam bordas dobradas e cantos mais definidos, aumentando a sensação de solidez e a definição de sombras em cantos e reentrâncias. Por outro lado, painéis de menor espessura são mais leves e fáceis de moldar, permitindo raios de curvatura menores e dobras complexas, mas são mais suscetíveis à instabilidade dimensional durante a fabricação e instalação; isso pode levar a ondulações visíveis quando observados sob luz direta. A escolha deve equilibrar o vão estrutural, o espaçamento dos clipes, a capacidade de fabricação e o acabamento; para fachadas muito grandes, os projetistas geralmente especificam um suporte mais rígido ou perfis rigidificados para manter uma seção visual fina com rigidez aceitável. A escolha do revestimento e do acabamento interage com a espessura — acabamentos de alto brilho ou refletivos amplificam as irregularidades da superfície, portanto, painéis mais espessos ou substratos mais rígidos são recomendados quando se busca uma estética refletiva. Por fim, considere as cargas térmicas e de vento: painéis mais finos podem exigir espaçamento mais denso entre as subestruturas ou reforços adicionais para resistir à deflexão induzida pelo vento. Em resumo, a espessura do painel deve ser escolhida para corresponder ao efeito visual desejado, às tolerâncias de produção e às restrições estruturais, a fim de garantir uma aparência consistente e de alta qualidade em toda a fachada.